segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

A gata borralheira

Vocês não vão acreditar, mas é a mais pura verdade. Uma semana depois dos episódios descritos no post abaixo, não é que encontrei a nossa gata borralheira no ônibus de novo? Só que desta vez, no fim do dia, voltando do trabalho. Nem é tão absurdo assim, afinal se ela vai trabalhar na mesma hora que eu, é natural que ela saia do trabalho também na mesma hora. E se ela desceu por ali, normal que pegue o ônibus no mesmo lugar.

Mas o que importa é que ela também volta para casa se arrumando no ônibus. Desta vez, imagino eu, para encontrar o marido, namorado. E segue o mesmo ritual!

Tá bom... não é nada disso. Mas bem que poderia ser. Na verdade, tadinha, ela volta para casa um trapo. Antes voltasse se embelezando novamente. O cabelo, que na ida era armado e cheio de ondas, estava mais lambido na volta. Da maquiagem, quase nada sobrou. Nem um pouquinho de batom para contar a história. A máscara dos cílios ainda devia estar por lá, mas diante do todo não fazia diferença alguma.

Segundos antes do ônibus quebrar e todos termos que mudar de carro pensei: "Será que se eu for no mesmo restaurante daquele dia vou encontrar com o par de amigos conversando?". E não é que acabei indo jantar no mesmo lugar. E não é que os dois caras estavam mesmo lá, falando ainda de amores antigos e ativos...

Tá bom... Eu fui mesmo no restaurante, mas o casal não estava lá. A massa, no entanto, estava ótima!

Um comentário:

Bel Fonseca disse...

hauhauhauhauhauhua...ai, amiga. Você é uma figura. Adorei!!!