Enquanto vamos pensando sobre o assunto do post abaixo, aproveito para indicar "A Cabana", de William P. Young. Comprei o livro assim que começou a ser falado, há uns bons meses, numa boa promoção do Submarino. Mas somente semana passada, comecei a lê-lo. A história, a princípio triste, ganha um colorido muito especial a medida que a leitura avança. Abaixo a sinopse, para quem não tem idéia do assunto do livro:
"A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar àquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, "A Cabana" invoca a pergunta: "Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?" As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele".
Não vou escrever muito sobre isso, para não acabar revelando nada. Mas a leitura do encontro com Deus vivenciado pelo personagem é tão gostosa, quente e colorida, quanto o próprio encontro com o Pai. Em tempos em que a igreja (instituição criada por homens) parece não ter mais a capacidade de proporcionar essa proximidade entre o criador e sua criação, a história contada por Young conseguiu dar novo brilho a essa relação.
3 comentários:
Oiiiieee Fadinhaa!!
Estamos lendo o mesmo livro!!!
minha mãe terminou o livro em uma semana !!! :-0
ela adorouuuuuu e ficou mto emocionada ao final (lógico q estou super curiosa né? pq p a minha mãe gostar d algo mto mesmo, a coisa é boa hehehe)
enfim... já passei do prefácio, vamos ver o q acontece!!
PS: minha mãe ficou tão emocionada q até chorou, menina!!!! krak!!
Fiquei interessada... E é isso aí, Fadinha. Se a gente for se prender à instituição e às pessoas que a compõem, estamos perdidos. O bom é abstrair, usufruir o que dá e, claro, curtir a comunhão com os amigos, que morrem de saudade!
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