quinta-feira, 26 de janeiro de 2006

Ai que vontade de gritar 2! Ninguém merece

Como vocês já devem ter percebido, esta semana está sendo díficil. Muito difícil. Como parte da terapia, vou compartilhar aqui mas um dia da vida.

Na verdade tudo começou muito bem, obrigada. Acordei cedo (tá, essa parte não foi das melhores, mas uma vez acordada eu nem me lembro do sofrimento que é deixar a cama) e fui andar na praia, bem na beira do mar. O dia estava lindo, o céu azul, o mar limpíssimo... Depois da caminhada, dei uns mergulhos e fiquei pegando um pouco de sol pra tirar o tom desbotado da minha pele. Pouco tempo, claro. Afinal, branquela tem que tomar cuidado mesmo com protetor solar 30. Voltei pra casa, tomei banho, almocei e fui pro trabalho.

Cheguei lá na hora: 14h. Mas não tinha máquina pra eu me logar. Tudo bem... usei o computador de uma amiga enquanto ela almoçava. Às 15h, logo quando uma máquina ia vagar... reunião de editoria com a chefe. Aliás, a conversa foi muito boa, pena que durou mais de 3 horas e embolou o meio de campo da noite. Enfim, somente às 18h30 consegui me logar. Mas foi por pouco tempo. Faltou luz. Ainda bem que também foi por pouco tempo.

Finalmente, cinco horas depois de ter chegado na redação, pude começar a trabalhar.
:-o

Confesso que isso já alterou um pouco meu humor e algumas pessoas perceberam. Já que não havia jeito, fui dando conta das pendências aos poucos. Resumindo. Eu deveria ter ido embora por volta das 22h, mas só saí de lá depois de meia-noite. E ainda levei um passa-fora do editor que estava igualmente transtornado de estar até aquela hora na redação. Com um porém... ele não tinha chegado às 14h.

Bom... mas um dia se passou e não saí correndo e gritando. Mas, segundo um sub-editor amigo, eu só não bati a porta porque ela tem mola. Mas que eu tentei, tentei. No fim de tudo, já em casa, conversei com meu amorzinho (tadinho, além de comemorarmos seis meses de namoro à distância e ele ainda teve que agüentar meu mau-humor) e fui dormir menos chateada. Brigada, guri!

Obs: Anoga, prometo que vou tentar um dia a terapia do grito, embora não faça muito o meu perfil. Mas realmente deve ser revigorante! :-)

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